quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Sinônimo



Pronto tudo ao normal. Enfim são as mesmas pessoas e a mesma imprensa. Porque algo iria mudar? Até meus textos são os mesmos para o tema. Não precisarei reescrevê-los e muito menos escrever outro para esta fase da política nacional.(PMDB faz temer - Espúria, não seriam espúrias)

Fase esta que parece aquelas de fita de videogame antigo que não há como salvar o jogo e que quando se chega ao chefão final e ele mata seu personagem tem que começar tudo de novo. Não preciso dizer quem é o chefão. Só um erro, os – é mais adequado. O, porém, da comparação – os videogames evoluíram.

Ah! Os que, que, quês da frase acima são só para aludir aos vícios e repetições. Tanto da política quando dos textos.

Para mudar um pouco a situação e lembrar a quem foi dirigido o palavrão do texto anterior uma nota do contexto.

Por partes. O Sarney é o próprio. O que dizer? O PSDB também é o mesmo. Tentou a CPI da Petrobras e nada, tentou o Sarney e nada. Saiu por baixo e apertado – Arthur Virgílio e Yeda Crusius. Quem tentou algo no penico das almas foi Tasso Jereissati ao querer abrir um processo de decoro contra Renan Calheiros. Pífio duelo de coronéis modernos – nada de jumentos agora são jatinhos.

E o PT. Sua sorte é Lula. Abafa tudo e, esse sim, tem o dedo podre de apontar e arruinar o que não lhe convém. Falta isso para a Dilma, vacilando com a secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieria, ao tentar bolar uma desculpa para Sarney. Só não é pior que Palloci e o caseiro Francenildo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Rápida consideração


Imagem do blogue O biscoito fino e a massa

José Sarney (PMDB/AP), enfim é ele. Como diz o título as considerações não se alongarão. A trajetória e a biografia do ilustríssimo já denuncia seu caráter e de seu partido. É bom lembrar o PT também e as espúrias se repetindo.
- Questão de história
É só para não esquecer as trapalhadas dos parlamentares da estrela que quase entregaram de bandeja a presidência a CPI das ONGs para Arthur Virgílio (PSDB/AM) ao sufocar a CPI da Petrobrás. E que agora defendem Sarnay, o Coronel Bigode, para que o Rei Arthur da direita não vire presidente do Senado. Sobrou para Ideli Salvatti o papelão de defender o Imortal.

Por fim, como o nível é muito baixo e a sacanagem rola solta também me dou ao direito de rebaixar a linguagem deste blogue com uma dica.

Sarney e PT: Se estão em uma sinuca de bico. Enfiem o taco no cu. E, PSDB sirva-se da carapuça.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Diz que me Dieese

“Eu volto a afirmar: o Brasil já está olhando a crise pelo retrovisor", disse o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. É ele aqui de novo. Enfim, pelo retrovisor é o que ficou para trás. Como o auge da crise já passou e o Brasil realmente tem comportamento econômico diferente, ou não tão grave como os países centrais da zica financeira, é válida sua observação.

O problema é o retrovisor do ministro e do jornalismo econômico. A diferença é que o do ministro é vesgo e do jornalismo, sem diploma, é estrábico. O vesgo faz sua parte e usa estatísticas para comprovar o que está dizendo. Isso aconteceu com a Pesquisa de Emprego e Desemprego que saiu esta semana pelo Dieese.

Segundo a pesquisa de Mercado de Trabalho Metropolitano a “Taxa de desemprego mantém-se estável pelo segundo mês consecutivo”, verdade. Ao todo foram criadas 80 mil vagas, mas 97 mil pessoas entraram no mercado de trabalho. O saldo negativo é baixo para a totalidade da pesquisa. Daí que o ministro se valeu de sua frase e conseguiu convencer.

Mas e o estrábico. Este se vale da mesma artimanha daquele. Usa todo tipo de estatística, o problema é que não sabe enxergá-las, ao contrário do ministro que a usa a seu favor. Parar para pensar um pouco não faz mal nenhum para jornalistas, ainda mais sem se preocupar com trabalhos de faculdade.

Aos fatos, o ministro engambelou os jornalistas. O gancho de sua declaração está pronto, é só entrar no site de consulta do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Ao olhar para trás se percebe o estrago causado pela crise e a dificuldade na retomada do crescimento do emprego a bons níveis.

O país está criando vagas, mas o ritmo é outro. Uma comparação entre os anos de 2007 a 2009 demonstra o quanto o mercado de trabalho brasileiro foi afetado.

Agora cair na pegadinha do ministro foi demais. A pauta era outra, mas no diz que me disse, só deu Dieese.